Wednesday, October 22, 2008

Triste futuro

É preciso muita tesão para acreditar no futuro desse país. Eu me considero uma pessoa normal, esse "normal" entendido como alguém na média, nem brilhante, nem idiota. O que me deixa pasmo é o modo como a mídia, como as pessoas que criam conteúdo para o nosso povo nos toma como completos imbecis. Isso mesmo! Imbecis.

Isso é fácil de ser constatado pela maravilhosa programação televisiva dos canais abertos, programas de auditório, novelas, programas sobre os famosos, pelos comerciais, pelos jornais, revistas, enfim por quase tudo que é produzido com o rótulo de popular.

Devo confessar que ao ler o que - e como! - o nosso pessoal - principalmente jovens - escreve, posso imaginar o porque as coisas funcionam desse jeito. A nossa civilização estará involuindo? A atual caminhada na direção de voltarmos a andar de quatro parece ser um destino trágico e inevitável.

Sunday, June 15, 2008

Como é mesmo?

Nas negociações para a suspensão das atividades de enriquecimento do urânio com o Irã, surge algo inusitado: o Irã só aceita negociar a suspensão das atividades, se o acordo não incluir a suspensão das atividades. Entendeu? Nem eu!

O acordo faz parte de uma proposta conduzida por Estados Unidos, China, Rússia, França, Grã-Bretanha e Alemanha, que oferecem vantagens compensatórias ao Irã em troca da decisão de abandonar o enriquecimento do urânio - que pode ser usado tanto para produzir energia elétrica, como alega o Irã, ou para a construção de bombas nucleares.

A posição dos países que tentam "fechar o clube nuclear mundial" é, ao menos, exótica. Algo do tipo: somente nós temos juízo para possuir bombas nucleares. A utilização desses artefatos em Hiroxima e Nagasaki na Segunda Guerra mundial desmentem essa afirmação.

Pessoalmente acho que bomba atômica na mão de gente como Bush é uma temeridade...

Tuesday, April 15, 2008

Eu confesso!

Gostaria de dizer que tenho melhorado, mas não, seria uma grande mentira. E mentir seria mudar, mas mudar ainda para pior. Não mudei, não melhorei, continuo por óbvia conclusão o mesmo. Continuidade pode ser uma característica desejável nas pessoas, uma caracterísca que transmita confiançca, estabilidade. Não é o caso, não no meu caso presente. Gostaria muito de mudar, alterar o atual estado em que me encontro, ou seja, sair do imobilismo.

Não me tome por cigano, não é o caso, sou gregário, sou um ficante. Não no moderno sentido da palavra, sou dos ficantes que ficam, permanecem. Pior! Dos que ficam a sós, um solitário, aquele que remanesce, mesmo sabendo-se sobejante. Sabe como? Isso! Sou dos que ficam imóveis, como se fora um pesado móvel, um pesado quase imóvel armário. Um magro pesadão.

Mas prometo, vou mudar. Nem que seja de lugar...